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Como chegar em Mendoza: voos, ônibus e travessia dos Andes
Não há voo direto do Brasil para Mendoza — toda rota passa por Santiago ou Buenos Aires. Veja faixas de preço observadas em jun/2026, o que esperar do ônibus pelos Andes e o que considerar antes de alugar carro no Chile.

Mendoza fica do outro lado da Cordilheira, e essa geografia define todas as suas opções de chegada. Não existe voo direto desde o Brasil — toda rota aérea passa por Santiago ou Buenos Aires, e os preços observados em jun/2026 saíram de R$ 847 partindo de Guarulhos, R$ 1.091 de Confins e R$ 1.379 de Viracopos. O ônibus só entra na conta como segunda etapa: o trecho Santiago–Mendoza leva 6h a 8h e custa entre R$ 85 e R$ 200, atravessando os Andes pelo Paso Los Libertadores a 3.200 metros de altitude. Buenos Aires–Mendoza é mais longo, entre 13h e 16h, e costuma sair entre R$ 70 e R$ 160 na classe cama. De carro, a RN-7 entrega liberdade real para parar em Uspallata ou na Puente del Inca, mas a burocracia das locadoras para cruzar fronteira e o risco de fechamento do passo no inverno pesam na decisão. Brasileiro adulto não precisa de passaporte — o RG em bom estado e dentro do prazo é aceito tanto no aeroporto quanto na fronteira terrestre, por acordo do Mercosul. O detalhe que muda o cálculo de muita gente: entre junho e agosto, o Paso Los Libertadores pode fechar por neve sem aviso de longa antecedência, às vezes por 24h ou mais, e não há rota alternativa pavimentada próxima.
De São Paulo a Mendoza: vamos comparar avião, ônibus e carro. Chegar até a capital do vinho argentino parece complicado à primeira vista — não há voo direto, o cruzamento dos Andes assusta, e a logística por terra exige escala em outro país. Na prática, você tem três caminhos viáveis, e a escolha certa depende de onde você sai, quanto tempo tem e o que quer ver pelo caminho.
De avião: voos com escala desde Brasil
Não existe voo direto entre o Brasil e Mendoza — toda rota passa por uma escala, e as mais comuns são Santiago (SCL) ou Buenos Aires (EZE/AEP). A partir de Guarulhos (GRU), os preços mais baixos observados ficaram em torno de R$ 847–939 (observado em jun/2026), o que coloca o avião como opção competitiva se você pegar uma janela boa de antecedência.
De Confins (CNF), os valores partem de R$ 1.091 (observado em jun/2026), e de Viracopos (VCP) a faixa começa em R$ 1.379–1.486 (observado em jun/2026). A diferença entre os três aeroportos é relevante: se você mora no interior de São Paulo ou viaja do Rio, vale simular saindo de GRU antes de fechar qualquer coisa.
Duração da viagem: entre 6h e 14h no total, dependendo da escala e do tempo de conexão — Santiago costuma ser mais rápida (conexões de 1h30–3h), enquanto Buenos Aires pode alongar o roteiro se o voo para Mendoza não encaixar bem.
Companhias principais: LATAM e Aerolíneas Argentinas operam as rotas mais frequentes com conexão em Santiago ou Buenos Aires. Gol e Azul podem aparecer em combinações via GRU com parceiros regionais, mas os voos exclusivamente regionais dentro da Argentina são operados principalmente por Aerolíneas Argentinas e Flybondi — este último sem dados suficientes para indicar com segurança.
Frequência: há opções diárias saindo de GRU; de CNF e VCP, a oferta é menor e as combinações podem exigir escala dupla.
Prós:
- Menor tempo total de viagem em comparação com ônibus
- GRU oferece os preços mais baixos e maior flexibilidade de horários
- Conexão em Santiago costuma ser rápida e o aeroporto é bem organizado
Contras:
- Nenhuma rota é direta — escala obrigatória
- CNF e VCP têm oferta reduzida e preços mais altos que GRU
Dica de reserva: para as melhores faixas de preço saindo de GRU, o ideal é buscar com 6 a 10 semanas de antecedência. Google Flights com o alerta de preço ativado e Skyscanner em modo "mês inteiro" ajudam a identificar as janelas mais baratas sem precisar monitorar manualmente todos os dias.

De ônibus: travessia dos Andes desde Santiago
Mas atenção a um detalhe: não existe ônibus direto do Brasil para Mendoza — a lógica aqui é outra. Quem escolhe esse meio geralmente já está em Santiago ou em Buenos Aires e quer cruzar os Andes por terra, seja pela paisagem ou pelo custo. O trecho Santiago–Mendoza é o mais procurado: são cerca de 350 km que, na prática, levam entre 6h e 8h por causa da fronteira e da altitude da Cordilheira.
Duração da viagem:
- Santiago–Mendoza: 6h a 8h (incluindo controle de fronteira no Paso Los Libertadores)
- Buenos Aires–Mendoza: 13h a 16h (trajeto plano, noturno, sem cruzamento de fronteira)
Faixa de preço:
- Santiago–Mendoza: entre CLP 15.000 e CLP 35.000 (aproximadamente R$ 85 a R$ 200), dependendo da empresa e da classe — estimativa baseada em médias regionais
- Buenos Aires–Mendoza: entre ARS 15.000 e ARS 35.000 (aproximadamente R$ 70 a R$ 160 pela cotação atual) — estimativa baseada em médias regionais
Se o voo parece caro demais saindo do Brasil, vale lembrar que esses valores correspondem só ao trecho terrestre — você ainda precisa chegar a Santiago ou Buenos Aires por avião antes.
Companhias principais: Tur Bus e Pullman Bus operam o trecho chileno com regularidade. Do lado argentino, Andesmar e El Rápido são as referências históricas para Buenos Aires–Mendoza, mas a oferta local pode variar por temporada.
Frequência: diária em ambos os trechos, com mais saídas pela manhã no caso de Santiago–Mendoza e boa oferta de horários noturnos entre Buenos Aires e Mendoza.
Classes de poltrona: os ônibus interurbanos sul-americanos costumam oferecer ao menos dois níveis — semi-cama (reclinação parcial, adequada para trechos curtos) e cama total ou "suite" (reclinação quase completa, com refeição e cobertor), essa última mais comum nos trajetos longos noturnos de Buenos Aires. Para cruzar a Cordilheira, mesmo a classe econômica costuma ter espaço razoável.
Prós:
- Travessia dos Andes oferece paisagem de neve e altitude que o avião não dá
- Boa opção para quem já está em Santiago e quer evitar mais um voo doméstico
- Classe cama nos trajetos longos pode substituir uma noite de hotel
Contras:
- O cruzamento da fronteira no Paso Los Libertadores pode atrasar em até 2h nas temporadas de alta
- Não faz sentido como único meio de transporte saindo do Brasil — sempre exige um deslocamento prévio até Santiago ou Buenos Aires
Dica de reserva: compre pelo site das próprias empresas (Tur Bus e Pullman Bus têm plataformas funcionais com seleção de poltrona) ou pelo agregador Recorrido.cl, que reúne várias linhas chilenas. Para o trecho argentino, o portal Plataforma 10 é o mais usado localmente. Em alta temporada, reserve com pelo menos uma semana de antecedência para garantir a classe que quer.
De carro: a RN-7 e o Paso Los Libertadores
A RN-7 é a estrada que conecta Mendoza a Santiago cruzando os Andes pelo Paso Los Libertadores, a 3.200 metros de altitude. O trecho argentino tem cerca de 200 km desde Mendoza até a fronteira; do lado chileno, mais 145 km até Santiago pela Ruta 60. No total, a travessia completa entre as duas capitais leva entre 5h e 9h dependendo do tráfego, das condições climáticas e do tempo na aduana.
De carro, você ganha flexibilidade que o ônibus não oferece — parar para fotografar a paisagem andina, fazer um desvio em Uspallata ou esticar a viagem até Cristo Redentor de los Andes. Em compensação, a burocracia das locadoras pesa contra.
Duração da viagem: 5h a 9h (Santiago–Mendoza ou sentido inverso), podendo ultrapassar esse limite em dias de pico no inverno ou quando há incidentes na rodovia.
Pedágios:
- Lado argentino (RN-7): há pedágios entre Mendoza e a fronteira, com valores em torno de ARS 500–1.500 por praça — estimativa baseada em médias regionais; os preços são reajustados com frequência pela inflação argentina.
- Lado chileno (Ruta 60): pedágios eletrônicos e manuais com tarifas em torno de CLP 2.000–5.000 por praça — estimativa baseada em médias regionais.
Taxa de saída de veículo no Chile: se você retirou o carro no Chile, verifique com a locadora se o contrato permite cruzar para a Argentina — nem todas autorizam, e as que autorizam cobram uma taxa adicional que pode variar entre CLP 50.000 e CLP 120.000 (aproximadamente R$ 280 a R$ 680) — estimativa baseada em médias regionais. Carros alugados na Argentina, em geral, também exigem autorização prévia para saída do país; peça o documento específico (autorización de salida) no ato da retirada.
Prós:
- Liberdade total de paradas na paisagem andina — a descida pelo lado chileno, com curvas fechadas e neve ao fundo, vale o esforço
- Boa opção para quem já está em Santiago e quer levar bagagem volumosa sem custo extra de despacho
Contras:
- Entre junho e setembro, o passo pode ser fechado por neve sem aviso de longa antecedência — às vezes por horas, às vezes por dias
- A logística de locadoras com permissão para cruzar a fronteira restringe bastante as opções e eleva o custo total
Dica de reserva: não há reserva de horário para veículos de passeio — a fronteira funciona 24h em condições normais, mas o fluxo é menor nas primeiras horas da manhã. Em julho e agosto, evite sextas-feiras e domingos, quando o movimento de esquiadores concentra filas longas na aduana.

Documentação necessária para brasileiros
O brasileiro tem uma vantagem concreta aqui: o RG (documento de identidade nacional com validade vigente) é aceito para entrada na Argentina sem necessidade de passaporte. O acordo do Mercosul permite isso, e na prática funciona bem — tanto nas fronteiras terrestres quanto nos aeroportos. Só fique atento ao estado físico do documento: RGs muito desgastados, com foto difícil de identificar ou número ilegível costumam ser recusados pelos agentes de fronteira.
Se o seu RG tem mais de dez anos ou está em mau estado, leve o passaporte como reserva. Não custa nada e evita dor de cabeça na fila da imigração.
Passaporte: não obrigatório para brasileiros adultos, mas recomendado se o RG estiver danificado ou próximo do vencimento. Para quem já tem passaporte válido, é sempre a opção mais segura — especialmente em cruzamentos terrestres movimentados como o Paso Los Libertadores, onde o volume de pessoas pode deixar o processo mais burocrático.
Vacinas: até a data desta publicação, a Argentina não exige comprovante de vacinação para entrada de turistas brasileiros — nem de febre amarela, nem de COVID-19. Ainda assim, se você vier de regiões endêmicas de febre amarela no Brasil (Amazônia, Centro-Oeste, partes do Sudeste), algumas companhias aéreas podem pedir o certificado internacional no check-in. Vale checar com a sua companhia antes de viajar.
Viagem com menores desacompanhados ou com apenas um dos pais: aqui a atenção é necessária. Crianças brasileiras viajando sem ambos os pais precisam de autorização notarial — lavrada em cartório no Brasil — para saída do território nacional. Se a criança viaja com um dos pais, o outro precisa autorizar formalmente. Essa regra é do lado brasileiro (exigida pela Polícia Federal no embarque), não da Argentina. Consulte a Polícia Federal para o modelo atualizado do termo, pois o documento tem formato específico.
Seguro viagem: a Argentina não exige seguro como condição de entrada, mas ter cobertura médica é uma decisão prática, não opcional. A saúde pública argentina atende emergências, mas o sistema tem limitações em Mendoza para turistas estrangeiros, e qualquer internação ou tratamento mais longo pode gerar custos altos. Planos com cobertura mínima de USD 30.000 e incluindo repatriação são os mais recomendados por corretores especializados em viagens internacionais — estimativa baseada em médias do setor.
Comparativo: qual o melhor meio de transporte para Mendoza
Cada meio de transporte para Mendoza tem uma lógica própria, e a escolha certa depende muito de onde você está saindo, quanto tempo tem e quanto quer gastar. A tabela abaixo resume o que foi detalhado nas seções anteriores:
| Meio | Tempo total | Custo estimado (R$) | Conforto | Praticidade |
|---|---|---|---|---|
| Avião (via GRU) | 6h–14h | R$ 847–1.486 (passagem) | Alto | Alta — voo direto ao destino final |
| Ônibus (via Santiago) | 6h–8h + deslocamento até SCL | R$ 85–200 (só o trecho) | Médio a alto | Média — exige chegar a Santiago antes |
| Ônibus (via Buenos Aires) | 13h–16h + deslocamento até EZE/AEP | R$ 70–160 (só o trecho) | Médio a alto | Média — boa para quem já está em BUE |
| Carro alugado (via Santiago) | 5h–9h + deslocamento até SCL | Variável — pedágios + locadora | Alto | Baixa — restrições de fronteira e risco de fechamento no inverno |
Estimativas baseadas em médias regionais e preços observados em jun/2026.
Por perfil de viajante:
-
Quem tem pressa e sai do Brasil: avião é a única opção real. O ônibus pressupõe que você já está em Santiago ou Buenos Aires — somar o voo até lá e depois o ônibus raramente economiza tempo ou dinheiro de forma significativa.
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Quem quer economizar e já está em Santiago: o ônibus faz sentido. Por R$ 85–200 você atravessa a Cordilheira com uma paisagem que o avião não oferece, e em menos de 8h já está em Mendoza. Para fechar o orçamento da viagem, dá pra olhar também opções de hospedagem econômica na cidade antes de decidir.
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Quem viaja com bagagem volumosa ou equipamento de ski: carro é atraente na teoria, mas a burocracia das locadoras e o risco de fechamento do passo no inverno tornam a logística mais trabalhosa do que parece. Avalie bem antes de comprometer o itinerário.
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Quem viaja em grupo saindo de Buenos Aires: o ônibus noturno cama entre Buenos Aires e Mendoza pode sair mais barato por pessoa do que dividir passagens aéreas de último minuto — especialmente em julho e agosto, quando os voos domésticos argentinos encarecem pela demanda de ski.
Em termos concretos, o avião continua sendo a escolha mais direta para quem parte do Brasil. O ônibus tem valor real, mas como segunda etapa de uma viagem que já inclui Santiago ou Buenos Aires no roteiro — e nesse caso vale comparar com [outras cidades arg
Perguntas frequentes
Tem voo direto do Brasil para Mendoza?
Não há voos diretos. Todas as rotas passam por uma escala em Santiago (SCL) ou Buenos Aires (EZE/AEP). De Guarulhos, as tarifas partem de R$ 847 (observado em jun/2026), com tempo total de viagem entre 6h e 14h dependendo da conexão.
Vale a pena voar até Santiago e pegar ônibus para Mendoza?
Faz sentido se você já está em Santiago ou se o voo GRU–SCL sair bem mais barato que GRU–MDZ. O trecho de ônibus custa entre R$ 85 e R$ 200 e leva de 6h a 8h cruzando os Andes pelo Paso Los Libertadores. Só lembre de deixar pelo menos 3h de margem em Santiago se for comprar os bilhetes separados.
Brasileiro precisa de passaporte para entrar em Mendoza?
Não. O RG em bom estado e dentro do prazo de validade é aceito na entrada da Argentina, tanto em aeroportos quanto nas fronteiras terrestres, pelo acordo do Mercosul. Se o documento estiver danificado ou próximo do vencimento, leve o passaporte como reserva.
A fronteira dos Andes fecha no inverno?
Sim. Entre junho e setembro, o Paso Los Libertadores pode ser fechado por neve sem aviso de longa antecedência — às vezes por horas, às vezes por dias. Consulte o site da Gendarmería Nacional Argentina ou do Ministerio de Obras Públicas chileno antes de cruzar, pois não há rota alternativa pavimentada próxima.
Quanto tempo leva o ônibus de Buenos Aires a Mendoza?
Entre 13h e 16h, dependendo da empresa e do horário. A maioria dos horários é noturna, com classes cama disponíveis que podem substituir uma noite de hotel. O custo estimado fica entre R$ 70 e R$ 160 pelo trecho.
Quanto custa o voo agora
| Rota | A partir de | Mediana |
|---|---|---|
| VCP → MDZ | R$ 1.137,00 | R$ 1.137,00 |
| GRU → MDZ | R$ 737,00 | R$ 835,00 |
| CNF → MDZ | R$ 1.173,00 | R$ 1.187,00 |
| GRU → MDZ | R$ 737,00 | R$ 835,00 |
| CNF → MDZ | R$ 1.091,00 | R$ 1.193,00 |
| GRU → MDZ | R$ 737,00 | R$ 837,00 |
| CNF → MDZ | R$ 1.091,00 | R$ 1.187,00 |
| CNF → MDZ | R$ 1.091,00 | R$ 1.187,00 |
| VCP → MDZ | R$ 1.137,00 | R$ 1.137,00 |
| GRU → MDZ | R$ 737,00 | R$ 837,00 |
| CNF → MDZ | R$ 1.091,00 | R$ 1.173,00 |
| VCP → MDZ | R$ 1.137,00 | R$ 1.137,00 |
| GRU → MDZ | R$ 835,00 | R$ 847,00 |
| CNF → MDZ | R$ 1.091,00 | R$ 1.173,00 |
| VCP → MDZ | R$ 1.137,00 | R$ 1.486,00 |
| GRU → MDZ | R$ 837,00 | R$ 847,00 |
| VCP → MDZ | R$ 1.486,00 | R$ 1.486,00 |
| CNF → MDZ | R$ 1.091,00 | R$ 1.091,00 |
| GRU → MDZ | R$ 837,00 | R$ 857,00 |
| GRU → MDZ | R$ 837,00 | R$ 847,00 |
| GRU → MDZ | R$ 837,00 | R$ 939,00 |
| CNF → MDZ | R$ 1.091,00 | R$ 1.091,00 |
| GRU → MDZ | R$ 939,00 | R$ 939,00 |
| VCP → MDZ | R$ 1.486,00 | R$ 1.486,00 |
| GRU → MDZ | R$ 939,00 | R$ 939,00 |
| CNF → MDZ | R$ 1.091,00 | R$ 1.091,00 |
| CNF → MDZ | R$ 1.091,00 | R$ 1.091,00 |
| VCP → MDZ | R$ 1.379,00 | R$ 1.379,00 |
| GRU → MDZ | R$ 939,00 | R$ 939,00 |
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